quarta-feira, 27 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Vivências do ciclo cinco
Vivências do ciclo cinco
10 de Março de 2011, começo meu diário referente ao quinto ciclo do curso de Licenciatura em Pedagogia da UFBA-Faced, município de Tapiramutá.
Aprofundo em meus escritos a liberdade que o curso de formação para professores me proporciona na minha prática, como atuar em vários âmbitos escolares, participando de métodos realizada por instituições diferentes a pesar de ser na mesma rede municipal, mas cada instituição com sua pedagogia própria em prol do mesmo objetivo comum a educação.
A liberdade a qual me refiro se dá através da legitimação entre “eu” cursista, ”eu” professora no meu processo formativo, como projetista entre os anos de 2009 e 2010, e professora do EJA no ano corrente, legitimando as seguintes dimensões. Do PPP do curso, Do processo formativo.
Apresenta o quinto parágrafo da pagina cinco do Projeto de Licenciatura em Pedagogia da UFBA-Faced, para professores em exercício do município de Tapiramutá.
(...) O grande avanço tecnológico, que possibilitou e foi possibilitado pelas mudanças nas mais diversas áreas da atuação humana, afeta toda a prática social, facultando a construção de novos “mapas culturais” novos valores e referências, configurando múltiplos padrões de sociabilidade e de subjetividades, trazendo a exigência do desenvolvimento de novas competências por parte do cidadão-trabalhador, tendo em vista a emergência constante de novos conhecimentos.
Concordo plenamente e com certeza essa proposta se faz legítima, não só para minha formação profissional e pessoal, mas principalmente para meu alunado, na inclusão de novos conhecimentos didáticos e paradidáticos também. É a informática que coloca educadores e educando em contato direto com a informação e o conhecimento. É o que eu estou fazendo, pegando uma das propostas do projeto do curso que é o avanço tecnológico e levando para a minha prática. Estou tentando aplicar esse novo método de ensino aos meus alunos do EJA.
A aula do formador Narciso Soares, trouxe a proposta dos jogos matemáticos com (SL), ou seja, Softerlivre desenvolvi uma seqüência didática de matemática com um jogo escolhido no gcompris, ou melhor, no site de programas educacionais Gcompris, nesse separei um jogo que levasse meu alunado ao conhecimento e contato com o computador, uma das primeiras ferramentas usadas por eles foi à coordenação motora com o uso do mouse (aplicação na integra em anexo). Essa nova era educacional possibilita ao jovem e adulto retomar seu potencial, desenvolver suas habilidades, confirmar capacidades adquiridas na educação extra-escolar (na própria vida).
É assim que o PPP (Projeto Político Pedagógico) do curo se legitima com o meu processo formativo e o dos meus alunos. Quando falei aos meus alunos da nossa aula “diferente” de matemática com informática, o aluno Railton Celestino, nos relatou um fato que ocorreu com ele, no Banco do Brasil na cidade de Mundo Novo a 51 km de Tapiramutá, ele é aposentado e precisava cadastrar o cartão do beneficio se não o mesmo seria suspenso, chegando ao Banco, caminhou para afila, pegou a senha e sentou-se, esperando que a atendente chama-se o próximo como sempre foi feito, para sua surpresa isso não aconteceu, nos contou que ficou quatro horas sentado aguardando a sua vez e nada acontecia, então começou a observar que as pessoas que estavam sentadas com ele se dirigiam a um caixa que estava do lado, quando viu o numero de sua senha na tela não deu importância por que ninguém o tinha chamado permaneceu imóvel até que chegou o guarda do Banco e lhe avisou que o expediente estava encerrando,contou para o segurança o que fora fazer ali, então o mesmo lhe explicou que o método de atendimento havia mudado,e que assim melhoraria o atendimento, ele percebeu que tivera sido bem mais rápido mesmo, mas ficou nervoso ao saber que o cadastramento seria digital,e que seria feito por ele mesmo,disse que ficou com medo, mas o segurança o tranqüilizou e o auxiliou,lhe perguntou se ele não havia lido o informe. Cadastro de beneficiários; Aposentados e pensionistas, ele simplesmente respondeu que não sabia ler, assinava o nome, mas não lia mais nada.
Venho trazendo através do PPP do curso novos valores e referencias para meu alunado, levando a eles não só a importância de se alfabetizar, mas a importância de buscar novos conhecimentos foi no momento certo e na hora certa esta aula, esse fato com meu aluno, tinha aconteceu dois dias antes dessa aula,eles foram extremamente participativos, envolvidos com o novo método paradidático que me pediram para não parar com essa aula,o curso de licenciatura tem me proporcionado a representação de uma possibilidade de poder contribuir para a efetivação do caminho e desenvolvimento de todas as pessoas, de todas as idades.
Planejar esse novo processo que me foi incumbido como professora do EJA é de uma grande responsabilidade social e cultural, dentro do meu processo formativo, e dentro da proposta do projeto do curso, cabendo a mim como professora o papel de mediar o conhecimento, tendo uma base sólida de formação, através da aula de Educação Matemática (SL) Softerlivre do Formador Narciso.
10 de Março de 2011, começo meu diário referente ao quinto ciclo do curso de Licenciatura em Pedagogia da UFBA-Faced, município de Tapiramutá.
Aprofundo em meus escritos a liberdade que o curso de formação para professores me proporciona na minha prática, como atuar em vários âmbitos escolares, participando de métodos realizada por instituições diferentes a pesar de ser na mesma rede municipal, mas cada instituição com sua pedagogia própria em prol do mesmo objetivo comum a educação.
A liberdade a qual me refiro se dá através da legitimação entre “eu” cursista, ”eu” professora no meu processo formativo, como projetista entre os anos de 2009 e 2010, e professora do EJA no ano corrente, legitimando as seguintes dimensões. Do PPP do curso, Do processo formativo.
Apresenta o quinto parágrafo da pagina cinco do Projeto de Licenciatura em Pedagogia da UFBA-Faced, para professores em exercício do município de Tapiramutá.
(...) O grande avanço tecnológico, que possibilitou e foi possibilitado pelas mudanças nas mais diversas áreas da atuação humana, afeta toda a prática social, facultando a construção de novos “mapas culturais” novos valores e referências, configurando múltiplos padrões de sociabilidade e de subjetividades, trazendo a exigência do desenvolvimento de novas competências por parte do cidadão-trabalhador, tendo em vista a emergência constante de novos conhecimentos.
Concordo plenamente e com certeza essa proposta se faz legítima, não só para minha formação profissional e pessoal, mas principalmente para meu alunado, na inclusão de novos conhecimentos didáticos e paradidáticos também. É a informática que coloca educadores e educando em contato direto com a informação e o conhecimento. É o que eu estou fazendo, pegando uma das propostas do projeto do curso que é o avanço tecnológico e levando para a minha prática. Estou tentando aplicar esse novo método de ensino aos meus alunos do EJA.
A aula do formador Narciso Soares, trouxe a proposta dos jogos matemáticos com (SL), ou seja, Softerlivre desenvolvi uma seqüência didática de matemática com um jogo escolhido no gcompris, ou melhor, no site de programas educacionais Gcompris, nesse separei um jogo que levasse meu alunado ao conhecimento e contato com o computador, uma das primeiras ferramentas usadas por eles foi à coordenação motora com o uso do mouse (aplicação na integra em anexo). Essa nova era educacional possibilita ao jovem e adulto retomar seu potencial, desenvolver suas habilidades, confirmar capacidades adquiridas na educação extra-escolar (na própria vida).
É assim que o PPP (Projeto Político Pedagógico) do curo se legitima com o meu processo formativo e o dos meus alunos. Quando falei aos meus alunos da nossa aula “diferente” de matemática com informática, o aluno Railton Celestino, nos relatou um fato que ocorreu com ele, no Banco do Brasil na cidade de Mundo Novo a 51 km de Tapiramutá, ele é aposentado e precisava cadastrar o cartão do beneficio se não o mesmo seria suspenso, chegando ao Banco, caminhou para afila, pegou a senha e sentou-se, esperando que a atendente chama-se o próximo como sempre foi feito, para sua surpresa isso não aconteceu, nos contou que ficou quatro horas sentado aguardando a sua vez e nada acontecia, então começou a observar que as pessoas que estavam sentadas com ele se dirigiam a um caixa que estava do lado, quando viu o numero de sua senha na tela não deu importância por que ninguém o tinha chamado permaneceu imóvel até que chegou o guarda do Banco e lhe avisou que o expediente estava encerrando,contou para o segurança o que fora fazer ali, então o mesmo lhe explicou que o método de atendimento havia mudado,e que assim melhoraria o atendimento, ele percebeu que tivera sido bem mais rápido mesmo, mas ficou nervoso ao saber que o cadastramento seria digital,e que seria feito por ele mesmo,disse que ficou com medo, mas o segurança o tranqüilizou e o auxiliou,lhe perguntou se ele não havia lido o informe. Cadastro de beneficiários; Aposentados e pensionistas, ele simplesmente respondeu que não sabia ler, assinava o nome, mas não lia mais nada.
Venho trazendo através do PPP do curso novos valores e referencias para meu alunado, levando a eles não só a importância de se alfabetizar, mas a importância de buscar novos conhecimentos foi no momento certo e na hora certa esta aula, esse fato com meu aluno, tinha aconteceu dois dias antes dessa aula,eles foram extremamente participativos, envolvidos com o novo método paradidático que me pediram para não parar com essa aula,o curso de licenciatura tem me proporcionado a representação de uma possibilidade de poder contribuir para a efetivação do caminho e desenvolvimento de todas as pessoas, de todas as idades.
Planejar esse novo processo que me foi incumbido como professora do EJA é de uma grande responsabilidade social e cultural, dentro do meu processo formativo, e dentro da proposta do projeto do curso, cabendo a mim como professora o papel de mediar o conhecimento, tendo uma base sólida de formação, através da aula de Educação Matemática (SL) Softerlivre do Formador Narciso.
Sequencia Didatica/ Matemática
UFBA – Universidade Federal da Bahia
PROFESSOR- Narciso Soares
COMPONENTES – Ricassia, Cristiana, Izabel, Roberta.
Seqüência Didática
Matemática (jogos) Mouse- Manipulation-activities.
Varius mouse- based-activities.(cliking,moving)
Regras do jogo:
Objetivo:
-Possibilitar ao individuo jovem e adulto retomar seu potencial.
- Desenvolver suas habilidades. (coordenação motora).
- Confirmar competências adquiridas na educação paradidática de forma lúdica por meio dos jogos.(raciocínio lógico)
- Desenvolver o conhecimento de diferentes situações da escrita e leitura dos números.
- Desenvolver a coordenação motora.
Ano: EJA
Faixa etária: 15 a 65 anos
Tempo estimado: dois dias/04hs dia.
Material necessário: laboratório de informática, oralidade, cartaz
Número de participante: todos os alunos
1º Etapa
Desenvolvimento prévio (estratégia)
Relatar aos alunos a importância da inclusão digital como nova forma de ensino e aprendizagem. Tanto na leitura como na escrita dos números.
Questionamentos quanto ao conhecimento de jogos relatados pelos alunos.
Falar como utilizaremos o jogo no computador e sua abordagem e função do mouse se tratando de uma das primeiras opções do jogo.
Leitura e interpretação dos números e raciocínio lógico.
2ª Etapa
Dividir a turma em dupla, para cada equipamento disponível.
Orientá-los no manuseio da maquina e do jogo educativo além de levá- los a interação com âmbito digital.
Avaliação:
Interação entre as duplas, socialização, desenvolvimento individual da coordenação motora, participação na atividade.
Avaliar a prática dos alunos no laboratório de informática.
PROFESSOR- Narciso Soares
COMPONENTES – Ricassia, Cristiana, Izabel, Roberta.
Seqüência Didática
Matemática (jogos) Mouse- Manipulation-activities.
Varius mouse- based-activities.(cliking,moving)
Regras do jogo:
Objetivo:
-Possibilitar ao individuo jovem e adulto retomar seu potencial.
- Desenvolver suas habilidades. (coordenação motora).
- Confirmar competências adquiridas na educação paradidática de forma lúdica por meio dos jogos.(raciocínio lógico)
- Desenvolver o conhecimento de diferentes situações da escrita e leitura dos números.
- Desenvolver a coordenação motora.
Ano: EJA
Faixa etária: 15 a 65 anos
Tempo estimado: dois dias/04hs dia.
Material necessário: laboratório de informática, oralidade, cartaz
Número de participante: todos os alunos
1º Etapa
Desenvolvimento prévio (estratégia)
Relatar aos alunos a importância da inclusão digital como nova forma de ensino e aprendizagem. Tanto na leitura como na escrita dos números.
Questionamentos quanto ao conhecimento de jogos relatados pelos alunos.
Falar como utilizaremos o jogo no computador e sua abordagem e função do mouse se tratando de uma das primeiras opções do jogo.
Leitura e interpretação dos números e raciocínio lógico.
2ª Etapa
Dividir a turma em dupla, para cada equipamento disponível.
Orientá-los no manuseio da maquina e do jogo educativo além de levá- los a interação com âmbito digital.
Avaliação:
Interação entre as duplas, socialização, desenvolvimento individual da coordenação motora, participação na atividade.
Avaliar a prática dos alunos no laboratório de informática.
Ralatório aula de matemetica? EJA
Relatório
05/04/2011- Exposição e divulgação do trabalho. (teoria)
Iniciamos s aula de desenvolvimento da seqüência didática, com a apresentação informal alunos x alunos e professoras x alunos do EJA. Já que juntamos as turmas, ou seja, os alunos professoras Izabel e Cristiane x Roberta e Ricassia¬¬¬¬.
Começamos a primeira etapa da teoria com a troca de informações sobre a aula que seria aplicada; jogos matemáticos e informática, levantando o Maximo de dados do conhecimento prévio dos alunos a respeito do uso do computador e seus benefícios na inclusão do ensino e aprendizagem da matemática e língua portuguesa. Ouviram com muita atenção, participaram da troca de informações, dizendo-nos que já haviam visto o computador citando vários lugares; escolas, hospitais, supermercados, bancos e nas casas de alguns visinhos e filhos, mas que nunca tinham manuseado-os.
Mostramos os cartazes com desenhos de computadores e seus a cessórios-Monitor, Gabinete e Mouse, passaram as informações básicas de cada parte desse instrumento, fazendo comparações reais como o corpo humano, ex; o gabinete seria a cabeça que manda as informações para o corpo, o monitor o corpo que precisa da cabeça para funcionar e o mouse as mãos que precisa da cabeça e do corpo para efetuar os comandos e suas ordens. Sem um, o outro não funciona*. Ficaram encantados com as ilustrações e as informações que passamos para eles. Logo em seguida os levamos para o primeiro contato com o material paradidático em seu tempo real, como um pré- exercício levamos o Notebook para a sala e mostramos a diferença de um computador para o outro, ou seja, classificamos o computador ilustrado como um aparelho fixo para melhor entendimento dos alunos, e o “note” como portátil, de fácil manuseio, mas que os dois eram muito importante e tinha a mesma eficiência e assim exploramos os avanços tecnológicos.
Na seqüência os convidamos a exercitar pela primeira vez o manuseio do computador, todos se levantaram iguais as crianças quando vêm um brinquedo pela primeira vez e se aglomeram em volta do computador portátil, então pedimos que se organizassem porque só disponibilizávamos de um aparelho no momento, mas estavam tão empolgados que no primeiro momento não nos ouviam, logo foram se acalmando, então lhes propomos, que um a um iria digitar seus nomes completo, abrimos o Word e começou a digitação, letrinha por letrinha de acordo os nomes iam se formando na tela mais entusiasmados eles ficavam,quando a professora Roberta deu a idéia de trabalharmos a coordenação motora deles com o uso do mouse,os ajudamos logo após a digitação dos nomes a mudar a forma das letras e a cor da fonte, usando o dedo esquerdo e direito do mouse para classificar a cor desejada por eles. A cada proposta realizada eles se orgulhavam em ver seus nomes e dos colegas digitados e em cores diferentes.
Assim terminamos a aula preparatória de conhecimento, para a segunda etapa da seqüência didática.
07/04/2011- MANUSEIO DO COMPUTADOR (PRÁTICA)
Preparamos o laboratório de informática do espaço UFBA, que já estava reservado com antecedência através de solicitação, (oficio) para aplicação da aula com jogos matemáticos do Site programas educacionais Gcompris,para a conclusão da seqüência didática. Com os alunos previamente avisados e preparados começamos a nossa aula, chegaram tão felizes na faculdade que pareciam crianças indo para o parque de diversões pela primeira vez, para o nosso admiração não faltou um aluno e foram britânicos no horário estabelecidos por nos professoras, os acomodamos em trios em cada computador disponível, que somaria 7( sete) e 2(dois) notebooks dando um total de 9 (nove) aparelhos. Demos inicio aos nossos trabalhos foi extremamente interessante a dedicação deles para manusear os mouses o foco dessa aula era; Desenvolver a coordenação motora através do uso do mouse, levá-los a interpretação de imagem, números e seqüência numérica, uma vez que a cada acerto deles levávamos a contar o número de acertos.
Essa experiência educativa, proposta pelo formador Narciso, soma-se com extrema positividade não só na nossa formação acadêmica e profissional, mas principalmente no desenvolvimento do ensino e aprendizagem dos alunos do EJA com o uso do computador como instrumento de uma nova pedagogia de conhecimento e inclusão digital.
05/04/2011- Exposição e divulgação do trabalho. (teoria)
Iniciamos s aula de desenvolvimento da seqüência didática, com a apresentação informal alunos x alunos e professoras x alunos do EJA. Já que juntamos as turmas, ou seja, os alunos professoras Izabel e Cristiane x Roberta e Ricassia¬¬¬¬.
Começamos a primeira etapa da teoria com a troca de informações sobre a aula que seria aplicada; jogos matemáticos e informática, levantando o Maximo de dados do conhecimento prévio dos alunos a respeito do uso do computador e seus benefícios na inclusão do ensino e aprendizagem da matemática e língua portuguesa. Ouviram com muita atenção, participaram da troca de informações, dizendo-nos que já haviam visto o computador citando vários lugares; escolas, hospitais, supermercados, bancos e nas casas de alguns visinhos e filhos, mas que nunca tinham manuseado-os.
Mostramos os cartazes com desenhos de computadores e seus a cessórios-Monitor, Gabinete e Mouse, passaram as informações básicas de cada parte desse instrumento, fazendo comparações reais como o corpo humano, ex; o gabinete seria a cabeça que manda as informações para o corpo, o monitor o corpo que precisa da cabeça para funcionar e o mouse as mãos que precisa da cabeça e do corpo para efetuar os comandos e suas ordens. Sem um, o outro não funciona*. Ficaram encantados com as ilustrações e as informações que passamos para eles. Logo em seguida os levamos para o primeiro contato com o material paradidático em seu tempo real, como um pré- exercício levamos o Notebook para a sala e mostramos a diferença de um computador para o outro, ou seja, classificamos o computador ilustrado como um aparelho fixo para melhor entendimento dos alunos, e o “note” como portátil, de fácil manuseio, mas que os dois eram muito importante e tinha a mesma eficiência e assim exploramos os avanços tecnológicos.
Na seqüência os convidamos a exercitar pela primeira vez o manuseio do computador, todos se levantaram iguais as crianças quando vêm um brinquedo pela primeira vez e se aglomeram em volta do computador portátil, então pedimos que se organizassem porque só disponibilizávamos de um aparelho no momento, mas estavam tão empolgados que no primeiro momento não nos ouviam, logo foram se acalmando, então lhes propomos, que um a um iria digitar seus nomes completo, abrimos o Word e começou a digitação, letrinha por letrinha de acordo os nomes iam se formando na tela mais entusiasmados eles ficavam,quando a professora Roberta deu a idéia de trabalharmos a coordenação motora deles com o uso do mouse,os ajudamos logo após a digitação dos nomes a mudar a forma das letras e a cor da fonte, usando o dedo esquerdo e direito do mouse para classificar a cor desejada por eles. A cada proposta realizada eles se orgulhavam em ver seus nomes e dos colegas digitados e em cores diferentes.
Assim terminamos a aula preparatória de conhecimento, para a segunda etapa da seqüência didática.
07/04/2011- MANUSEIO DO COMPUTADOR (PRÁTICA)
Preparamos o laboratório de informática do espaço UFBA, que já estava reservado com antecedência através de solicitação, (oficio) para aplicação da aula com jogos matemáticos do Site programas educacionais Gcompris,para a conclusão da seqüência didática. Com os alunos previamente avisados e preparados começamos a nossa aula, chegaram tão felizes na faculdade que pareciam crianças indo para o parque de diversões pela primeira vez, para o nosso admiração não faltou um aluno e foram britânicos no horário estabelecidos por nos professoras, os acomodamos em trios em cada computador disponível, que somaria 7( sete) e 2(dois) notebooks dando um total de 9 (nove) aparelhos. Demos inicio aos nossos trabalhos foi extremamente interessante a dedicação deles para manusear os mouses o foco dessa aula era; Desenvolver a coordenação motora através do uso do mouse, levá-los a interpretação de imagem, números e seqüência numérica, uma vez que a cada acerto deles levávamos a contar o número de acertos.
Essa experiência educativa, proposta pelo formador Narciso, soma-se com extrema positividade não só na nossa formação acadêmica e profissional, mas principalmente no desenvolvimento do ensino e aprendizagem dos alunos do EJA com o uso do computador como instrumento de uma nova pedagogia de conhecimento e inclusão digital.
Assinar:
Postagens (Atom)


